Após longa espera, hoje à noite os fãs de Halo terão em mãos o terceiro capítulo da jornada de Master Chief. À meia-noite, lojas por todo o mundo darão início àquele que deve se tornar o maior lançamento de um game na história. Alguns podem dizer que no Japão sempre é assim, tanto que no lançamento de um novo game da série Dragon Quest, é declarado feriado na terra do sol nascente.
Porém, Halo 3 desponta como um símbolo do que sâo os videogames nesse início de século 21. Muito mais do que um brinquedo, os games se transformaram em uma indústria bilionária e de dar inveja a qualquer industrial. Mega-grupos, como Microsoft, Nintendo, Sony e até a Apple, com jogos para iPhone e iPod, disputam a atenção dos gamers. E quando a competição e os riscos são grandes, as campanhas e guerras de marketing também o são.
A Microsoft já gastou só nos EUA, mais de US$ 10 milhões em anúncios na TV. Isso fora as edições especiais de hamburgers, refrigerantes, bolachas e até um carro, que trazem todas a temática de Halo 3. A campanha de Marketing não só é ampla como extensa e vem sendo trabalhada há meses.
Exagero ou não, Halo 3 já é o recordista em pré-vendas na história dos EUA e até alavancou a venda do jogo Crackdown, no primeiro semestre, já que junto com o game o jogador ganhava um convite exclusivo para participar de sessões de teste de Halo 3.
E quem espera um monte de tiros com gráficos melhores, pode ir se preparando. Halo 3 terá modos de jogo muito além das expectativas, fazendo dele uma ferramenta de criação de jogos. Além do editor de mapas, o jogador poderá assistir o replay dos embates de qualquer ângulo, montar clipes e filmes com melhores momentos, compartilhar via rede e até acompanhar só como expectador os outros degladiando entre si.
Muita gente só vai dormir na quinta ou sexta-feira. Os mais corajosos irão virar a semana na rede Xbox Live, lutando eternas batalhas online em um dos já mais aclamados clássicos da cultura dos videogames.
