Pesquisa realizada nos EUA pelo Instituto Nacional de Mídia e Família com compradores disfarçados revelou que os menores de idade conseguem comprar games fora de sua faixa etária em quase 50% das lojas do ramo.
De acordo com esse resultado, o Instituto pede maior cuidado aos distribuidores e a criação de programas de treinamento para funcionários.
É necessário treinamento para pedir a identidade a um garoto cheio de espinhas querendo comprar o novo game sangrento da semana? Será que as críticas aos games violentos que influenciam as crianças não esbarram no velho paradoxo de que "esses jogos NÃO são feitos para elas?"
É interessante a ironia pois senadores dos EUA pediram, na semana passada, uma política mais dura na definição das faixas etárias para games. E indústrias como a do cinema e da música tem taxas de 'fraude' bem superiores às verificadas nessa pesquisa.
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